Fique atento à depressão canina e cuide do seu amigo: dicas e cuidados.

Tutor, você tem percebido algumas alterações de humor no seu cãozinho?

É preciso ficar sempre de olho, pois pode ser depressão! Embora algumas pessoas não acreditem, os cães podem sim apresentar certos tipos de doenças mentais, como a depressão, pois os cãezinhos são seres sencientes, ou seja, eles possuem sentimentos.

cachorro triste deitado

O quadro psicológico depressivo é muitas vezes desencadeado por conta de momentos de estresse, mudanças e até mesmo doenças, que funcionam como um verdadeiro gatilho para a depressão. Por isso humano, sempre que notar algo de diferente no comportamento do seu peludo, é importante analisá-lo e contactar o seu veterinário de confiança.

Muitas vezes a depressão canina pode estar disfarçada, principalmente por conta do temperamento, quando o cão é mais calminho. Por isso, é preciso prestar atenção para poder diferenciar um cão calmo com um cão deprimido.

Pensando nisso, a Zenpet selecionou algumas dicas para ajudar os tutores neste momento tão delicado dos bichinhos, mas devemos lembrar: cada doguinho é único, então é necessária muita atenção do tutor! 

Quais são as possíveis causas de depressão nos cães?

A depressão canina, assim como nos humanos, é uma doença que pode ser muito silenciosa e que apresenta sintomas mais sutis. Bom, ninguém conhece mais do bichinho do que o próprio tutor, não é mesmo? Por este motivo, é muito importante que o tutor fique atento às possíveis mudanças de comportamento do seu cãozinho.

Muitas vezes, acontecimentos que podem parecer normais aos tutores, como uma mudança de casa, pode ser um gatilho emocional para os bichinhos. Para te ajudar a entender quando esses gatilhos podem ocorrer, separamos algumas das possíveis causas da depressão:

  • Perda de alguma pessoa ou outro animal que fazia parte da rotina do cão. As perdas afetivas são causas bastante comuns dentro da depressão canina.
  • Uma mudança brusca de ambientes ou de rotina pode causar problemas para a saúde psicológica do animal, principalmente quando nesta mudança, o tamanho do espaço que o pet costumava ficar se altera (tanto para mais, quanto para menos).
  • Assim como na partida, a chegada de um novo membro na família também pode ocasionar um comportamento depressivo. O estresse gerado pela nova convivência deve ser observado.
  • Privação de espaço ou de atividades físicas. Deixar o cãozinho trancado em um espaço pequeno, por longos períodos, pode ser um problema para o seu peludo. 
  • A rotina agitada dos tutores pode gerar um sentimento de abandono nos cães, fazendo com que eles se sintam deixados de lado e por vezes depressivos. Esse sentimento é muito comum, e é uma das principais causas da depressão canina.

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Como saber se meu cão está depressivo?

Bom, para um tratamento efetivo da depressão canina, é muito importante que o tutor consiga identificar comportamentos atípicos do peludo, e assim procurar ajuda. Mas lembre-se tutor, sempre em suspeita de depressão, ou qualquer outra doença, consulte o veterinário. Somente ele poderá orientar e prescrever os medicamentos corretos para o seu peludo.

A depressão é um problema que compromete a saúde psicológica do pet. Contudo, ela também pode trazer alguns comprometimentos físicos, os quais interferem na rotina do bichinho. Atente-se quando perceber os seguintes sintomas:

  • A perda de apetite é um sintoma muito comum da depressão canina. Quando o seu doguinho recusa aquele alimento que ele ama, ou começa a perder peso por não se alimentar da maneira correta, é preciso buscar ajuda.
  • Em cães com diagnósticos depressivos, é usual percebermos certo isolamento e uma falta de envolvimento nas atividades do dia a dia que vocês estão acostumados a realizar. Os cães depressivos tendem a evitar muitos contatos.
  • A agressividade repentina também é um indicativo da depressão canina. Eles geralmente demonstram certa apatia e agressividade, rejeitando carinhos e toques.
  • Se o seu cãozinho está se lambendo demais, ou até mordendo algumas partes do corpo, é necessário se preocupar. A automutilação é um dos sinais da depressão, causando ferimentos no peludo.

Como ajudar meu cão a superar a depressão?

Nos casos citados acima, em qualquer percepção dos sintomas de uma depressão canina, é indispensável que o tutor busque ajuda de um médico veterinário. O tratamento da depressão nos cães é feito por meio de medicações que buscam amenizar os sintomas, e elas devem ser prescritas por um profissional.

Além dos medicamentos, atualmente, com os avanços dos estudos sobre depressão canina, é possível encaminhar o seu peludo para terapias especializadas com profissionais que estudam o comportamento canino. Desta forma, busca-se identificar quais fatores podem estar despertando gatilhos para a depressão.

cachorro triste

Como prevenir a depressão canina?

Algumas mudanças na sua rotina e do seu cãozinho são recomendadas não só no momento do tratamento da doença, como também para a prevenção dela:

  • É indispensável que o tutor dedique um momento do seu dia exclusivamente para o pet. Um momento em que vocês possam brincar e passar um tempo de qualidade juntos.
  • A rotina de higiene e saúde do seu cãozinho deve ser sempre respeitada, pois ela proporciona bem-estar para ele. Os banhos regulares, escovação e outros cuidados higiênicos são imprescindíveis na rotina do seu pet.
  • Garantir um tempo de atividade física com passeios fora de casa também é um hábito muito bom para a saúde física e mental do peludo. Opte por horário em que ele não se sinta desconfortável com o calor ou frio extremos, e o mantenha sempre hidratado.
  • O enriquecimento ambiental é uma ótima ferramenta. O tédio pode causar depressão, e com o enriquecimento do ambiente, você pode criar um espaço interativo, dinâmico e com muitos estímulos para o seu pet gastar energia física e mental. Brinquedos interativos e músicas feitas para os cães podem ser seus aliados nesse processo.

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Bom tutor, com essas dicas, fique sempre atento ao comportamento do seu peludo. Em qualquer sinal dos sintomas de depressão canina procure um médico veterinário de confiança. Além destes cuidados, é muito importante manter a carteirinha de vacinação do seu pet em dia!

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